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quinta-feira, 5 de agosto de 2004

Berço

Agora que a Luiza já consegue ficar de pé resolvemos abaixar o berço para evitar um susto futuro. Ela ainda não consegue se levantar sozinha mas, sentada, já consegue ficar de joelhos. Em breve conseguirá erguer o corpo.

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Ainda sobre leite

Esqueci de contar no post anterior que, na hora em que estou tirando leite no banheiro, viro atração. Todo mundo que entra no banheiro faz um monte de perguntas, elogia, pergunta sobre a Luiza... é um barato! Eu adoro falar da minha filha e tenho o maior orgulho de ainda amamentá-la.

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Aniversariantes

Esqueci de comentar aqui alguns aniversários da nossa família. No dia 30/07 foi a Renata. Ontem (04/08) foi a tia Mariângela e hoje tem a Júlia!! Desejamos a todas um FELIZ ANIVERSÁRIO e muita saúde e paz!!

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Mais fotos

Essas fotos não estão com uma qualidade muito boa porque na verdade elas foram extraídas de alguns vídeos que fizemos com a filmadora. Por isso estão pequenas e algumas escuras.

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Encantada com os cachorros da casa dos avós Clarisse e Isaias

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Brincando de cavalinho com a vovó Clélia


Brincando com o mordedor de peixinho - presente do papai.

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Paquerando o papai!

quarta-feira, 4 de agosto de 2004

Tirando leite no trabalho

Muita gente tem me perguntado com eu faço para tirar leite no trabalho. Eu tiro no banheiro mesmo. Forro a bancada da pia com papel, coloco a bomba lá (sem encostar em nada) e ordenho. Depois passo para um pote de maionese e ordenho o outro peito.

A bomba que estou usando é uma elétrica da Medela. No início eu estava usando com pilha pois o banheiro do andar onde trabalho não tem nenhuma tomada. No primeiro dia foi normal, mas já no segundo dia eu achei que a pressão não era a mesma. Eu estava usando pilhas alcalinas Duracell e mesmo assim só aguentou uma ordenha. Depois eu descobri um banheiro em outro andar que tem tomada e voltei a usar a rede elétrica.

O pote de maionese com o leite ordenhado fica em uma geladeira até a hora de ir embora. Eu coloco também no freezer dessa geladeira aquelas bolsas de gel que servem para fazer compressa quente ou fria. Quando vou embora esse gel está congelado e é colocado em uma bolsa térmica junto com o leite. Essa bolsa térmica com gelo mantém a temperatura por duas horas. É tempo suficiente para eu chegar em casa, passar para os potinhos e congelar.

Uma dica para quem está estocando leite: eu estou estocando em coletores de urina que se compra em farmácia. O bom é que eles já vêm esterelizados. Eu comprei uns que cabem 80ml de leite e custaram R$1,00. Na véspera eu tiro três do congelador (aprox. 240ml) para a Luiza consumir no dia seguinte. E assim quase não há disperdício do meu tão trabalhoso leite ordenhado. Eu tinha comprado uns potinhos da Promillus mas eles são de 360ml e sempre sobrava muito! Agora só tenho esses pequeninhos de urina que, além de mais práticos, são MUITO mais baratos!

Caso eu tenha esquecido alguma coisa, é só perguntar!

quarta-feira, 28 de julho de 2004

Ainda por aqui

Pessoal, dei uma sumidinha básica mas é que não tenho tido tempo de atualizar o blog. Estou na maior correria no trabalho e quando chego em casa quero mais é ficar com minha fofolete. Hoje eu cheguei um pouco mais tarde e ela estava caindo de sono. Agora está dormindo e corri para o computador.

A Luiza tem ficado muito bem nesses dias desde que voltei ao trabalho. Ontem ela mamou 210ml na mamadeira e ficou com o maior barrigão! Hoje já não quis mamar tanto. Mas aí, como eu me atrasei um pouco, teve que tomar mais um poquinho de leite na mamadeira enquanto eu não chegava. Eu também estou bem. Não sei se é porque estou com MUITO trabalho e não tenho tido tempo para pensar muito ou se é porque realmente eu já estava preparada. Tenho certeza que sofri muito mais antes do que no dia em que voltei a trabalhar. E além disso, chegar em casa e encontrá-la toda sorridente, se jogando no meu colo é impagável!
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Fotos

Eu tinha mandado digitalizar os negativos das fotos da Luiza e hoje recebi o CD. Aproveito para colocar algumas aqui:

 mamando_cobertor
Mamando debaixo do cobertor, no frio de Itaipava

sorriso_tub
Toda feliz no Tummy Tub

colo_mamae
Linda no colo da mamãe, no dia em que a bisavó Naná fez 94 anos

segunda-feira, 26 de julho de 2004

Sobrevivi

Eu sobrevivi ao fim da licença maternidade! Gente, eu acho que vou fazer uma camiseta assim, não ia fazer o maior sucesso??

camiseta_nao


Tinha tanto trabalho acumulado que não tive tempo de sofrer com saudades. Consegui tirar leite com a bomba na hora do almoço e arrumei uma geladeira para guardá-lo até a hora de voltar para casa. Deu para tirar quase 300ml. Tá ótimo.

A Luiza também sobreviveu ao primeiro dia dela longe da mãe. Dormiu nos horários certos e, para surpresa geral, mamou 150ml na mamadeira. A outra mamada da tarde não foi necessária pois eu cheguei bem na hora!

A mellhor coisa do mundo foi chegar em casa e ver o sorrisão da Luiza, me esperando na porta. Ela veio para o meu colo e começou a chupar meu queixo doida para mamar. Mamou muito, como há muito tempo não mamava. Mamou tanto que depois golfou pra caramba, tadinha!

Agora ela está dormindo... e eu estou feliz e BEM mais tranquila!

Eu voltei…

Pois é... voltei ao trabalho hoje. Não está sendo tão difícil como eu imaginara. Tem uma pilha de coisas para fazer então o tempo está voando. Agora tenho que tirar leito porque o peito está explodindo!! Por incrível que pareça só liguei para casa uma vez!

Eu vou sobreviver. Obrigada a todos que deixaram comentários me dando força e motivação para superar mais esse obstáculo. É muito bom ter amigos!

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Dia dos avós



Hoje, 26/07 é dia dos avós. Eu conheço um texto lindo da Rachel de Queiroz que fala exatamente sobre ser avó e aproveito a data de hoje para transcrevê-lo aqui:

A arte de ser avó
Rachel de Queiroz

Quarenta anos, quarenta e cinco. Você sente, obscuramente, nos seus ossos, que o tempo passou mais depressa do que esperava. Não lhe incomoda envelhecer, é claro. A velhice tem suas alegrias, as sua compensações - todos dizem isso, embora você pessoalmente, ainda não as tenha descoberto - mas acredita. Todavia, também obscuramente, também sentida nos seus ossos, às vezes lhe dá aquela nostalgia da mocidade. Não de amores nem de paixão; a doçura da meia-idade não lhe exige essas efervescências. A saudade é de alguma coisa que você tinha e lhe fugiu sutilmente junto com a mocidade. Bracinhos de criança no seu pescoço. Choro de criança. O tumulto da presença infantil ao seu redor. Meu Deus, para onde foram as suas crianças? Naqueles adultos cheios de problemas, que hoje são seus filhos, que têm sogro e sogra, cônjuge, emprego, apartamento e prestações, você não encontra de modo algum as suas crianças perdidas. São homens e mulheres - não são mais aqueles que você recorda.

E então, um belo dia, sem que lhe fosse imposta nenhuma das agonias da gestação ou do parto, o doutor lhe põe nos braços um menino. Completamente grátis - nisso é que está a maravilha. Sem dores, sem choro, aquela criancinha da sua raça, da qual você morria de saudades, símbolo ou penhor da mocidade perdida. Pois aquela criancinha, longe de ser um estranho, é um menino que se lhe é "devolvido". E o espantoso é que todos lhe reconhecem o seu direito sobre ele, ou pelo menos o seu direito de o amar com extravagância; ao contrário, causaria escândalo ou decepção, se você não o acolhesse imediatamente com todo aquele amor que há anos se acumulava, desdenhado, no seu coração. Sim, tenho a certeza de que a vida nos dá os netos para nos compensar de todas as mutilações trazidas pela velhice. São amores novos, profundos e felizes, que vêm ocupar aquele lugar vazio, nostálgico, deixado pelos arroubos juvenis.

Aliás, desconfio muito de que netos são melhores que namorados, pois que as violências da mocidade produzem mais lágrimas do que enlevos. Se o Doutor Fausto fosse avô, trocaria calmamente dez Margaridas por um neto... No entanto! Nem tudo são flores no caminho da avó. Há, acima de tudo, o entrave maior, a grande rival: a mãe. Não importa que ela, em si, seja sua filha. Não deixa por isso de ser a mãe do neto. Não importa que ela hipocritamente, ensine a criança a lhe dar beijos e a lhe chamar de "vovozinha" e lhe conte que de noite, às vezes, ele de repente acorda e pergunta por você. São lisonjas, nada mais. No fundo ela é rival mesmo.

Rigorosamente, nas suas posições respectivas, a mãe e a avó representam, em relação ao neto, papéis muito semelhantes ao da esposa e da amante nos triângulos conjugais. A mãe tem todas as vantagens da domesticidade e da presença constante. Dorme com ele, dá-lhe banho, veste-o, embala-o de noite. Contra si tem a fadiga da rotina, a obrigação de educar e o ônus de castigar.

Já a avó não tem direitos legais, mas oferece a sedução do romance e do imprevisto. Mora em outra casa. Traz presentes. Faz coisas não programadas. Leva a passear, "não ralha nunca". Deixa lambuzar de pirulito. Não tem a menor pretensão pedagógica. É a confidente das horas de ressentimento, o último recurso dos momentos de opressão, a secreta aliada nas crises de rebeldia. Uma noite passada em sua casa é uma deliciosa fuga à rotina, tem todos os encantos de uma aventura. Lá não há linha divisória entre o proibido e o permitido, antes uma maravilhosa subversão da disciplina. Dormir sem lavar as mãos, recusar a sopa e comer croquetes, tomar café, mexer na louça, fazer trem com as cadeiras na sala, destruir revistas, derramar água no gato, acender e apagar a luz elétrica mil vezes se quiser - e até fingir que está discando o telefone. Riscar a parede com lápis dizendo que foi sem querer - e ser acreditado! Fazer má-criação aos gritos e em vez de apanhar ir para os braços do avô, e lá escutar os debates sobre os perigos e os erros da educação moderna...

Sabe-se que, no reino dos céus, o cristão defunto desfruta os mais requintados prazeres da alma. Porém não estarão muito acima da alegria de sair de mãos dadas com o seu neto, numa manhã de sol. E olhe que aqui embaixo você ainda tem o direito de sentir orgulho, que aos bem-aventurados será defeso. Meu Deus, o olhar das outras avós com seus filhotes magricelas ou obesos, a morrerem de inveja do seu maravilhoso neto! E quando você vai embalar o neto e ele, tonto de sono, abre um olho, lhe reconhece, sorri e diz "Vó", seu coração estala de felicidade, como pão ao forno.

E o misterioso entendimento que há entre avó e neto, na hora em que a mãe castiga, e ele olha para você, sabendo que, se você não ousa intervir abertamente, pelo menos lhe dá sua incondicional cumplicidade. Até as coisas negativas se viram em alegrias quando se intrometem entre avó e neto: o bibelô de estimação que se quebrou porque o menino - involuntariamente! - bateu com a bola nele. Está quebrado e remendado, mas enriquecido com preciosas recordações: os cacos na mãozinha, os olhos arregalados, o beicinho pronto para o choro; e depois o sorriso malandro e aliviado porque "ninguém" se zangou, o culpado foi a bola mesma, não foi, vó? Era um simples boneco que custou caro. Hoje é relíquia: não tem dinheiro que pague.

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Fotos com os avôs e avós


Como não poderei levar a Luiza para dar um beijo pessoalmente nos avós dela deixo aqui uma homenagem a eles através de algumas fotos tiradas com a Luiza.

As avós


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A vovó Clarisse, minha mãe.

vovo_cle
A vovó Clélia, mãe do Juvenil

Os avôs


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O vovô Isaias, meu pai

vovo_ju
O vovô Juvenil, pai do Juvenil

domingo, 25 de julho de 2004

Último dia

Hoje é o último dia da minha licença.... tá me dando uma dorzinha no coração! Eu fico olhando para a minha filha e pensando que amanhã, a essa hora estarei no trabalho e ela em casa. Todo mundo diz que a mãe sofre mais que o bebê. Eu espero que seja assim. O meu sofrimento não é egoísta. Não é porque vou passar a maior parte do dia longe dela. Eu sofro porque não sei como será o dia dela sem a minha presença.

Ela é acostumada a dormir no peito. Às vezes a babá consegue botá-la para dormir sem ser mamando. Além disso ela ainda não se acostumou com a mamadeira. Só de olhar ela já tranca a boca e vira a cara. Então, amanhã, não vai ter outro jeito. Ela vai ter que dormir sem ser no peito e vai ter que mamar na mamadeira. E é isso que está me doendo. Saber que a minha filha vai ter que se privar de coisas que ela gosta. Mas não tem outro jeito. Eu tenho que trabalhar e é por ela que estou fazendo isso.

Mas que dói pra cacete, isso dói!

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Fotos novas, para variar!

polvilho
Tentando comer um biscoito polvilho

tictac_pai
De tic-tac, com o papai

hippo
Agarrada com o hipopótamo, amigo do banho

tictac_de
De tic-tac, com a tia Débora


sexta-feira, 23 de julho de 2004

Como diz o ditado...

Como sabem eu volto a trabalhar na segunda-feira que vem. A Luiza vai ficar com a babá que está trabalhando comigo desde que a Luiza tem 10 dias. Ela está super acostumada com a babá e eu gosto muito do trabalho dela. O único problema é que ela tem a saúde um pouco frágil. Desde que ela está trabalhando aqui já teve duas conjuntivites e uma amigdalite. A amigdalite é caso cirúrgico e, assim que puder, ela vai operar. Pois bem, ontem ela amanheceu com a garganta doendo novamente. Da outra vez a orientação da médica foi ficar sete dias afastada da Luiza sem nem respirar no mesmo ambiente que ela. Já deu para perceber a m$%&@, né?

Ela agora já entrou no antibiótico e está aqui em casa mas sem contato nenhum com a Luiza. Esse fim de semana ela nem vai para casa de folga pois mora em um lugar muito frio e isso só faria ela piorar. Mas não está podendo pegar na Luiza e não sei como ela vai estar na segunda-feira.

Para completar o quadro, a Luiza ainda não está 100% adaptada a tomar o leite sem ser no peito. Tentamos o copinho anti-vazamento, copo comum, xícara, colher e algumas mamadeiras (que eu sou totalmente contra). A única coisa que ela aceitou melhor foi uma mamadeira tipo chuquinha com um bico bem pequeninho, para recém-nascidos.

Hoje na hora da mamada da tarde eu fui tentar dar o leite na tal mamadeira. Ela não aceitava de jeito nenhum e só chorava, cada vez mais irritada. O Juvenil chegou para ajudar e quando olhou eu chorava também. É horrível ver o bebê chorando por que quer o peito e não poder dar. O sentimento é muito, mas muito ruim, não sei como explicar. Mas graças ao bom Deus, com o Juvenil ela acabou tomando 150ml do meu leite na tal chuquinha. Foi um alívio ENORME!!

É como diz o ditado: "Ser mãe é padecer no paraíso".

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Sozinhas

Depois dessa mamada saí com ela pela primeira vez sozinha de carro. Eu fui dirigindo e ela sozinha no banco de trás, no bebê conforto. Ela se comportou muito bem, dormiu logo que saímos. Na volta foi a mesma coisa, assim que o carro começou a andar ela dormiu.

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Porcalhona

Para completar as aventuras do dia de hoje estava eu dando o banho da tarde no Tummy Tub quando achei que a Luiza estava quieta demais. Olhei para o rosto dela e estava todo vermelho. Como Tummy Tub é transparente, olhei para o fundo do balde e, para minha surpresa, minha filha estava fazendo cocô dentro do banho!! Eu sabia que isso ia acontecer um dia, mas tinha que ser justo hoje que estava sozinha com ela? Tive que tirá-la correndo do banho e acabei interrompendo o cocô dela, tadinha. No post anterior eu estava reclamando da prisão de ventre... agora reclamo que ela fez cocô.... vai entender!

quarta-feira, 7 de julho de 2004

Consulta com o pediatra

Nossa consulta foi ótima! A Luiza está pesando 7,705kg e medindo 66cm. Cresceu 1,5cm e engordou um pouco mais de 500 gramas (os gráficos estão atualizados, vejam na barra à esquerda o link). Ganhamos os parabéns do Dr. Ricardo! Ele agora passou uma sopinha para ela começar a tomar na segunda-feira. Quando eu voltar a trabalhar (26/07) ela vai mamar antes de eu sair, depois vai comer uma fruta no meio da manhã, vai almoçar essa sopinha e à tarde vou deixar leite para duas mamadas. Depois disso já estarei de volta em casa. Por isso, a partir de amanhã vou começar a acordar mais cedo para tirar leite com a bomba antes da Luiza acordar. Tenho que estocar o máximo de leite pois não sei como vai ser para tirar no meu trabalho. Essa rotina vai ficar assim até ela completar seis meses. Aí a gente volta no Dr. Ricardo e ele deve fazer algumas modificações. Eu estou gostando muito! Ela continua tendo como única fonte de proteína o leite materno, que garante a proteção necessária para bebês dessa idade!

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Como hoje também não tem fotos, resolvi colocar todas as fotos que estão nesse blog em uma única página. Por enquanto ainda estão faltando algumas legendas, mas já dá para ir apreciando. As fotos estão aqui.