quinta-feira, 3 de maio de 2007

Auto-estima, de novo

Eu já havia publicado aqui no blog um texto com 10 dicas para aumentar a auto-estima do seu filho. Hoje eu recebi por email esse texto, que achei excelente, e resolvi compartilhar aqui com vocês. O texto é grande, pode parecer chato no início, mas vale a pena lê-lo até o final!
Como aumentar a auto-estima de seu filho sem transformá-lo num tirano
Milagros Pérez Oliva
El País


Conseguir que os filhos tenham auto-estima elevada é um dos objetivos que se colocam muitos pais, mas nem sempre os métodos que utilizam para tanto são os mais adequados. Às vezes, querendo cultivar a auto-estima, o que fazem é fomentar a egolatria. A linha que separa a auto-estima da egolatria se origina nas primeiras relações que a criança tem com seu entorno.

Todos os pais querem que seus filhos sejam felizes e estão dispostos a fazer o possível para consegui-lo, mas muitas vezes tentam pelo caminho errado.

Conscientes de que a base da felicidade está em uma boa auto-estima, muitos pais se preocupam em seguir estratégias que permitam cultivar a auto-estima dos filhos, mas às vezes erram o caminho e, em vez de uma criança feliz e equilibrada, acabam cultivando um ególatra, um pequeno tirano. Saber encontrar a linha divisória entre auto-estima e egolatria é um dos nós da psicologia evolutiva.

Dorothy Corkille, em "El niño feliz" (ed. Gedisa) [A criança feliz], obra que já tem 31 edições, estabelece uma primeira diferença: "Auto-estima é o que cada pessoa sente por si mesma. Seu julgamento geral sobre si mesma, na medida em que sua própria pessoa lhe agrada. Auto-estima elevada não consiste em uma presunção ruidosa. É, sobretudo, um respeito silencioso por si mesmo, a sensação do próprio valor. Quando alguém a sente no fundo de seu ser, alegra-se por ser quem é. A presunção, em troca, não passa de uma capa delgada que cobre a falta de auto-estima. Aquele cuja auto-estima é elevada não perde tempo em impressionar os demais: sabe que tem valor".

Esse é o ponto de chegada, mas qual é o caminho? O caminho começa no próprio momento em que a criança abre os olhos e começa a ver o mundo. A psicanalista Isabel Menéndez afirma: "Entende-se por auto-estima que a criança tenha uma percepção de si mesma como alguém valioso e querido, especialmente pelos pais. Ela é construída quando os adultos acompanham a criança no crescimento, impondo-lhe limites, quer dizer, educando-a e formando sua personalidade. E fazendo-o com respeito, que consiste em não forçar a criança, mas sim motivá-la para que aja de determinada maneira".

"Auto-estima é a capacidade de estar bem consigo mesmo e com o entorno, em um sentido profundo, íntimo", acrescenta Lurdes Cestero, psicóloga clínica. "Às vezes se confunde auto-estima com egolatria. A egolatria é uma estima inflada, baseada em ouvir 'você é maravilhoso', 'você nunca tem culpa de nada'. Na realidade, o que a criança percebe é que seus pais negam suas verdadeiras necessidades, que no fundo a ignoram, com o que estão lhe dizendo que não tem valor."

As crianças nascem sem nenhum sentido do eu. Vão construindo-o conforme vivem, mas como constroem a idéia de si mesmas? Corkille utiliza uma metáfora muito bonita para explicar isso, a teoria dos espelhos: as crianças constroem sua identidade a partir das imagens de si mesmas que observam projetadas nos outros. O primeiro espelho no qual se olham é o olhar da mãe, o rosto do pai, as emoções que sua mera existência provoca neles. Os pais são um espelho psicológico no qual os filhos se vêem; vão se construindo por dentro em função do que observam de si mesmos no espelho que são os pais e as pessoas próximas.

Se percebem que são valiosos para seus pais, se sentirão valiosos. Mas o espelho é feito de um vidro emocional muito delicado. Não é feito só de palavras; por isso não basta dizer cem vezes à criança "eu a amo" se o espelho do olhar, da expressão, o discurso não-falado, o que nunca engana, diz outra coisa. "Para sentir-se completamente bem por dentro, as crianças precisam de experiências vitais que provem que elas são valiosas e dignas de serem amadas", diz Corkille.

"Os pais são o modelo para tudo, tanto pelo que dizem como pelo que não dizem, e principalmente pelo que fazem", acrescenta Cestero. Ela observou em seu consultório que o amor e a atenção geram um círculo virtuoso, às vezes em ambas as direções: "Em geral, se a auto-estima dos pais está bem, a da criança também costuma estar", explica. "Para alguns pais, o fato de ter um filho é um motivo para fazer uma grande mudança interior. O amor pela criança os ajuda a modificar coisas que não gostam em si mesmos. E se a mudança funciona e é gratificante, se consolida."

Mas a auto-estima pode se ressentir se a imagem que a criança percebe no espelho das pessoas das quais depende for distorcida ou negativa. "Às vezes a origem do problema é que os pais transferem para os filhos suas próprias insatisfações", explica Menéndez, e alguns, mais que amor, lhes dão consentimento. Os pais que, querendo dar amor, consentem tudo, não estão cultivando a auto-estima dos filhos, mas sua egolatria.

"Uma criança ególatra é aquela que foi colocada num pedestal", continua. "São crianças às quais não se impuseram limites e que acabam sendo tiranas. Pode haver tiranos porque os adultos dão demasiado ou porque dão muito pouco. Também há falta de auto-estima por excesso de proteção. A superproteção não protege realmente a criança. A mãe superprotetora é mais dependente do filho, este percebe isso e pede cada vez mais. Acredita que a mãe é todo-poderosa e pensa que todo mundo é assim e que está à sua disposição. Um ególatra é uma criança que não foi frustrada adequadamente no momento em que era preciso fazê-lo, e no fundo também pode haver um grande sentimento de abandono, porque deixá-la fazer o que quer é na realidade abandoná-la."

Muitos pais não sabem ou não levam em conta que impor limites a seus filhos é amá-los. "Muitas vezes, quando os pais não colocam limites, na realidade estão depositando seu próprio narcisismo no filho", afirma Menéndez. "São pessoas que se sentem frustradas por não poder fazer o que querem e compensam essa sensação deixando que seu filho faça o que quiser."

Cestero insiste na importância do princípio de aceitação e acompanhamento. "Para que a criança se sinta valorizada, é muito importante diferenciar entre o comportamento da criança e a própria criança." Uma coisa é o que ela faz, algo que pode ser modificado, e outra o que ela é. Quando é corrigida, é preciso incidir sobre o que ela faz, sem questionar o que é. Ela é sempre amada pelo que é, mas é corrigida pelo que faz. É uma distinção sutil, mas de grande alcance. "É preciso dizer: 'isso que você fez não está certo', mas mantendo a conexão amorosa."

Essa distinção entre o ser e o fazer deve se refletir tanto na atitude quanto na linguagem. Não é a mesma coisa repreender uma criança que quebrou uma coisa dizendo-lhe que não deve pegá-la assim porque quebra, ou lhe dizer que é uma desastrada. Que uma coisa se quebre é um acidente, que alguém seja desastrado é um atributo que o define.

Menéndez descreve alguns dos sinais que podem alertar sobre a baixa auto-estima. Por exemplo, fazer constantemente coisas transgressivas só para chamar a atenção; ou a necessidade excessiva de destaque e de liderança também pode esconder uma criança narcisista com baixa auto-estima. "Como não se sente bem por dentro, tem necessidade de buscar constantemente a aprovação externa", explica. Isso também pode se expressar, no caso de crianças muito tímidas, na dificuldade para expressar seus sentimentos, em uma tendência a fechar-se.

O resumo seria que a auto-estima se constrói quando os pais apóiam seu filho com todas as suas conseqüências, seja como for, com as limitações que tenha, mesmo que não se adapte ao que eles esperavam. A criança deve perceber um amor incondicional, mas para que o perceba o amor deve ser efetivamente incondicional. Stanley Coopersmith, uma das referências em psicologia infantil, demonstrou com seus estudos que a auto-estima não tem a ver com a posição econômica da família, nem com a educação, nem com o lugar onde se nasce ou se vive. Não tem a ver com o nível educacional dos pais nem com o fato de a mãe trabalhar ou não. "Depende simplesmente da qualidade das relações que existem entre a criança e as pessoas que desempenham papéis importantes em sua vida", escreveu.

fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/2007/04/27/ult581u2083.jhtm (só para assinantes UOL)

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Teatro!

Ontem levei a Luiza ao teatro para assistir a peça Contarolando. A peça é excelente e conta a história de uma companhia de teatro que, prestes a viajar, perde a mala com todo o material da peça. Aos poucos eles vão se lembrando da história que são canções infantis como "O sapo não lava o pé", "Pirulito que bate bate", "A linda rosa juvenil" entre outras. Nem preciso dizer que a Luiza AMOU! Ela sabia todas as músicas, cantou juntou, vibrou, bateu palmas... uma delícia!!

A peça está em cartaz no Teatro das Artes no Shopping da Gávea e é diversão garantida. Ontem o teatro estava lotado acho que por causa do mal tempo que estava aqui no Rio. Encontramos lá Dani Ptak e sua dupla da pesada e a Bianca Najm com a fofíssima Júlia que já estava assitindo a peça pela segunda vez.

Na foto, Luiza está com o Gabriel, meu afilhado, minutos antes da peça começar.

20070429_teatro


Já ia esquecendo de contar que no sábado nos encontramos no shopping com a Andréa e o Gabriel e com a Julia e a Sofia. Nossa idéia era deixá-los no parquinho do shopping para a gente botar a fofoca em dia mas, para frustração geral, o parquinho estava fechado (?!). Fomos então para a livraria e as crianças ficaram se distraindo com os livrinhos. Depois não queriam mais saber de ir embora e nós ficamos sentadas enquanto eles brincavam nos corredores do shopping. Ainda assim eles não estavam satisfeitos e não queriam ir embora de jeito nenhum.

Resolvemos então comer uma pizza com eles e acabamos saindo do shopping quase às 23hs. Luiza chegou em casa ainda acelerada e demorou bastante a dormir. Também, no domingo, acordou só as 10:30... uma maravilha!

Bem, é isso! Apesar da chuva, nosso final de semana foi muito gostoso e divertido!

domingo, 22 de abril de 2007

Festa do Matheus

Essas fotos são mais antigas do que as prometidas, mas como são ainda inéditas por aqui, acho que tá valendo!! Foram tirada na festinha do Matheus no dia em que buscamos a Catita para adoção. Na foto ela aparece com o Vinícius, filho da Dani Batalha.

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sexta-feira, 20 de abril de 2007

De volta

Minha ausência está explicada no blog da Karim . Eu resolvi seguir os conselhos dela e ficar um tempo sem postar. Mas agora é hora de dar continuidade à vida, que segue, independente dos acontecimentos.

Eu tenho muitas novidades da Luiza. Passamos a manhã e a tarde de domingo com a dinda Andréa e o meu afilhado Gabriel. Ficamos na piscina da casa dos meus pais de manhã e à tarde levamos as crianças ao cinema. Fomos assistir A Família do Futuro e, apesar de achar que a Luiza não entendeu patavinas da história, ela se divertiu bastante. Se fartou de pipoca e pão de queijo durante o filme. Depois do cinema fomos à festinha da Giovanna, uma amiguinha do colégio da Luiza. Tenho fotos também, mas ainda não editei para publicar aqui.

Além disso, no sábado demos banho na gata. Foi uma aventura e tanto...rs. Tá tudo filmado, ainda tenho que colocar o video no YouTube para vocês ouvirem as risadas da Luiza e verem o desespero da Catita durante o banho.

Para o post não ficar só nas promessas, deixa eu relatar esse diálogo da Luiza comigo outro dia de manhã:

- Mamãe, onde tá o CD que tem aquela música da casa?
- Que música filha?
- Aqueeeeeela, da caaaaasa...
- Não sei qual é filha.
- Vou cantar pra você ó, é assim: "Era uma casa muito engraçada, não tinha perto não tinha nada, ninguém podia fazer xixi, porque penico não tinha ali, (pausa para pensar), na rua dos moros, numero zero!"

Fofa demais!

Eu volto com as fotos e os videos, prometo!

sábado, 14 de abril de 2007

Sem novidades

Ou melhor, sem tempo para postar as novidades. E, como não quero deixar a peteca cair (traduzindo, perder o pique de um post por dia) ficam aqui umas fotos da Luiza com o pijama das princesas outro dia desses.

Ela fica tããããão comprida com esse pijama!!

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sexta-feira, 13 de abril de 2007

Pra quê TV??

Já faz um tempo que eu descobri o site do Desligue a TV!, que é uma campanha para conscientizar a opinião pública sobre os males do excesso de televisão no cotidiano. A proposta deles não é banir o meio de comunicação por completo, mas discutir o seu uso e colaborar com a divulgação e criação de atividades alternativas.

Uma vez por ano eles promovem a "Semana do Desligue a TV". Esse ano vai ser de 23 a 29 de abril, ou seja, daqui a 20 dias.

Lá no site deles você pode encontrar:

Além disso, essa semana eu recebi um excelente artigo por email que fala justamente do excesso de TV na infância, e que foi o que me fez escrever esse post.

É possível comprar amor?
Por Cássia D'Aquino*

Dentre meus 5432 defeitos, o favorito é ouvir a conversa de quem não conheço e, muitas vezes, nem vejo. Sou mestra em acompanhar conversas três mesas adiante. Sigo o assunto sem perder o fio, torço, acho um desaforo, mordo a língua para não dar palpite. Não bastasse pecar contra as boas maneiras, ainda me valho de várias dessas histórias como inspiração para meu trabalho. Como a que aconteceu há alguns meses, quando me preparava para deixar um hotel no interior de Minas.

Quando o jovem recepcionista desligou o telefone, pelo despudor do sorriso se adivinhava que eram ótimas notícias. Num transe gritou para o colega no final do balcão: "Eu vou ser pai!". O outro, seguido às rápidas congratulações, emendou:" Como presente, vou te dar o conselho mais importante para a sua vida de pai." (Nesse ponto - a carne é fraca - larguei caneta e papel e parei de fingir que não estava lá). "Compre outra TV! Ou você faz isso ou nunca mais vai assistir o que quiser. Só o que eles quiserem."

Muito embora possa compreender a aflição do conselheiro por alguma paz nas horas de repouso - sem disputas pelo controle remoto ou programação - acho improvável que com outra televisão em casa ele imponha sossego à convivência familiar. Pelo menos, não no médio e longo prazo. Essa convicção faz com que há anos eu convide os pais em minhas palestras a exercitarem a arte-zen de manter, justamente, uma única TV em casa. E que façam isso não "apesar" dos filhos. Mas por causa deles. Em benefício da prole.

Está claro que as crianças não possuem maturidade e discernimento para duelarem com o vigor publicitário. Se não há um adulto por perto - ao lado - a provocar sobre os usos e abusos de tudo quanto é posto à venda nos intervalos ou durante os programas ("Será que fulaninho usa mesmo esse tênis ou ele só quer que a gente acredite nisso?"), não há como imaginar que elas possam ser capazes de filtrar sozinhas, no abandono da "outra" TV, o que convém e o que não convém ao consumo infantil.

O fato é que as crianças brasileiras são as que passam mais tempo diante da televisão no mundo, seguidas pelas americanas, segundo com pesquisa da Eurodata TV Worldwide, divulgada no final de 2005 na França. Enquanto uma criança brasileira permanece 3 horas e 31 minutos por dia diante da televisão, as alemãs não ficam mais que uma hora e meia. E observe que na Alemanha 95% das casas possui acesso a TV a cabo e contam com ampla oferta de canais gratuitos. E lá, como aqui, a maioria dos pais e mães trabalham fora de casa. O que tira do ar, de vez, a idéia de que seja imprescindível contar com a babá eletrônica como sócia na educação das crias, a fim de mitigar os efeitos da dupla jornada.

O deslavado incentivo ao consumo infantil é apenas a ponta da minha preocupação nesse assunto. Durante o ano passado, o pediatra americano Isman Sharif, do Hospital de Crianças de Nova Iorque, avaliou em 4500 estudantes a influência do tempo gasto por eles assistindo à televisão ou jogando videogame sobre a vida escolar. Os resultados são alarmantes. O estudo demonstrou que as crianças que viam mais programas de televisão tinham pronunciada queda de desempenho, resultado de intensa dificuldade em compreender os conteúdos curriculares. Ou seja, o acesso indiscriminado à televisão mina aos poucos a confiança das crianças em sua capacidade intelectual, condição fundamental para que cresçam motivadas a conhecer e conquistar o melhor da vida e do mundo.

Há ainda um terceiro aspecto na relação crianças e televisão que considero importante abordar: o acesso a programas destinados a adultos, de modo especial as novelas - não importa em que horário sejam exibidas - e seu efeito sobre o modo como os pequenos vão construindo uma visão distorcida do poder do dinheiro. Em função do trabalho como educadora, volta e meia esbarro nas impressões que pulam das novelas para o cotidiano infantil. Mas talvez a situação mais emblemática tenha sido a discussão que assisti, há cerca de dois anos, numa turma de pré-escola, na cidade do Rio de Janeiro.

Com a intenção de provocar a distinção entre consumo e valores, a professora pedia à classe que listasse o que se pode e o que não se pode comprar com dinheiro. A cena corria de acordo com o desejado, até que entrou em pauta o amor. É possível comprar amor? E foi então que uma das meninas saiu com a seguinte afirmação: "Claro que dá para comprar amor! É só botar uns peitões de silicone e arranjar um cara bem rico. E aí deixar que ele compre o amor da gente". Cínica? Nem um pouco. Só uma noveleira de seis anos. Seis anos!

É possível disciplinar a convivência das crianças com a TV de muitas maneiras. Mas hoje vou insistir no básico: a família deve assistir à televisão junta, num único aparelho. Sem paz, é provável, mas também sem alienação. É importante aprender a negociar a programação, de modo que todos se interem das predileções de cada um. Afinal, se você não é capaz de suportar os interesses de seus filhos, não há razão para esperar que eles venham a se importar, nem agora nem nunca, com os seus.

*Cássia D'Aquino é especialista em educação financeira e membro da International Association for Citizenship, Social and Economics Education (IACSEE).

quarta-feira, 11 de abril de 2007

Fraldas de pano

Vocês já pensaram na possibilidade de usar fraldas de pano nos seus filhos? Eu confesso que nunca tinha pensado nisso mas, quando fiz o curso de gestantes, uma moça da turma pediu para aprender a dobrar fralda de pano porque ela não ia usar fraldas descartáveis no seu bebê por uma questão ecológica. Tenho que admitir que na hora achei aquilo um retrocesso mas depois fui tomando conhecimento dos números e comecei a entender aquela moça.

Na Europa e nos Estados Unidos já existem fraldas de pano maravilhosas há muito tempo. São fraldas que não precisam dobrar, que têm alta absorção e são ecológicamente corretas. Além disso representam uma economia enorme. Já existe inclusive que fabrica fraldas descartáveis totalmente biodegradáveis, mas que precisam de uma fralda de pano por fora. Chama gDiapers.

A revista Mothering Magazine publicou um excelente artigo em Junho de 1998 sobre as fraldas de pano que eu adorei. Para quem lê inglês, recomendo a leitura!

E porque eu estou trazendo esse assunto para o blog? Por que agora você pode obter essas fraldas aqui no Brasil também. A Bettina, que já produz slings maravilhosos há algum tempo, passou a produzir também fraldas de pano. Já estou em contato com ela pois a Luiza ainda usa fraldas para dormir. Já imaginaram a economia que eu vou fazer? Sem contar na quantidade de fraldas que demoram 450 anos para se decompor que eu vou parar de jogar no lixo. Olha só o que eu peguei no site dela:

estudo_fraldas


Para acessar o site da Bettina é só clicar aqui. Não deixem de conhecer os outros produtos lindos que ela vende.

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Desvendando o mistério

A criança da foto abaixo é meu pai. Estou devendo um doce para quem acertou....rs

domingo, 8 de abril de 2007

Feliz Páscoa

A todos os leitores desse blog, os melhores votos de uma Feliz Páscoa!!

pascoa2007

Atualizado às 13hs: Olha a Luiza cantando "Coelhinho da Páscoa..."